Em uma crise econômica, é muito normal que a verba do departamento de marketing e publicidade seja a primeira a ser cortada. Mas será que isto é o certo a fazer?

A gente te fala: NÃO!

Talvez, esta medida traga resultados aparentemente positivos em curto prazo. Mas o que muitas empresas não levam em consideração é que, em longo prazo, cortar os gastos com publicidade pode gerar riscos e diminuir seu desempenho.

Quando são feitos cortes no marketing, a empresa perde parte da capacidade de acompanhar o mercado. Novas oportunidades deixam de ser aproveitadas e a marca pode perder clientes para a concorrência e deixar de conquistar novos.

Quem não dá assistência, abre a concorrência.

Imagine a seguinte situação: você vende xícaras e tem um posicionamento firme no mercado. Durante uma crise, você decide parar de investir em marketing e, a princípio, isto parece ser uma boa solução para seu negócio. Seu concorrente, que não possui um market share tão bom quanto o seu, continua investindo e atraindo clientes. Inclusive os seus.

Para contornar a situação, será necessário um investimento ainda maior de tempo e dinheiro, já que, muitas vezes, reestabelecer o market share é mais difícil do que abrir mercado.

Enquanto eles choram, eu vendo lenços.

Frase do publicitário baiano Nizan Guanaes, este é o nome do livro do jornalista e escritor João Wady Cury e diz muito sobre as oportunidades de negócio durante uma crise: é preciso entender o mercado e suas necessidades e mostrar que sua marca continua presente e forte. É preciso ser criativo e planejar muito para se destacar em meio a uma crise. E a publicidade cumpre um papel mais que fundamental neste processo.

Há 8 anos, a agência que entrega.

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